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10 dicas de viagem para bolsos não tão cheios


Viajar com orçamento ilimitado é fácil (ao menos acho que deve ser, porque na verdade eu não sei…). Já rodar por aí com um orçamento apertado exige mais planejamento e jogo de cintura, mas é plenamente possível se você se organizar e estiver disposto a esquecer aquele padrão de conforto resort quando se aventurar pelo mundo. Confira abaixo algumas dicas de um ‘especialista‘ em curtir as férias com a ajuda planilhas de gastos. Viajar é preciso!

Planeje de acordo com seu bolso – o seu sonho é conhecer Paris, mas as hospedagens com vista para a Torre Eiffel estão (obviamente) muito caras? Você quer se perder pelos canais de Veneza, mas não quer fazer um empréstimo para pagar as diárias? Saiba que é possível ser feliz e conhecer as cidades mais fantásticas do mundo economizando ao escolher onde você vai dormir – porque, provavelmente, esse é o único momento em que estará no hotel. Uma dica fundamental nessa questão: se você busca a melhor localização pelo melhor preço, abra mão de alguns confortos. Se o que você busca é um hotel mais confortável por preço baixo, esqueça a vista para o Coliseu e fique um pouco mais afastado dos bairros turísticos (mas sempre tente estar próximo a estações de metrô, quando visitar grandes cidades).

Compre passagem e hospedagem com antecedência – se você quer fazer turismo no modo econômico, planejar com antecedência é obrigatório. Em se tratando de viagens internacionais, o maior desafio será sempre a passagem aérea – em geral, quanto mais cedo você comprá-la, menor será o seu valor. Outra vantagem de se comprar passagem com antecedência é que, quando sua viagem chegar, é bem provável que ela já esteja totalmente paga – o que é uma preocupação a menos para o bolso em meio a compras de moeda estrangeira e uso de cartões de crédito.

O mesmo vale para a hospedagem: em cidades concorridas como Paris e Roma, por exemplo, se você deixar para procurar hotel com um ou dois meses de antecedência vai ter problemas – ou vai ter de pagar muito ou ficará em lugares de qualidade duvidosa.

Pesquise muito – essa dica vale tanto para viagens quanto para qualquer compra. Uma boa pesquisa é fundamental antes de se decidir pela companhia aérea (a ferramenta Google Flights é ótima), hospedagem (em sites como Booking, HostelWorld e Airbnb) e até mesmo o destino da viagem. Em tempos de orçamento mais curto, esteja aberto a novos roteiros. Ao trocar aquele destino manjado por um lugar inusitado, você pode se surpreender. Jogo de cintura é importante se você quer economizar.

Esteja atento às promoções – fique sempre de olho em sites de viagens, especialmente aos de passagens aéreas: uma promoção incrível pode surgir quando você menos espera. Essa dica vale especialmente para quem tem disponibilidade de datas, mas não adianta se empolgar tanto com aquela propaganda de passagem para a Europa por R$ 1.500 – quase sempre esse valor não inclui as taxas…

Restaurante, só com indicação – uma das piores coisas em uma viagem é gastar muito por um serviço ruim. Quando se fala em restaurante, então, isso é ainda pior, visto que uma refeição completa para um casal, com bebidas, pode chegar facilmente aos 60, 70 euros em qualquer cidade turística europeia. E pagar muito para comer mal deixa qualquer viajante com indigestão. Para evitar isso, busque indicações da melhor forma que puder: com amigos, com a recepção do hotel, em sites como o TripAdvisor ou guias de viagem (os da Lonely Planet são disparadamente os melhores). A chance de acertar assim será muito maior do que ao simplesmente ser atraído pela ‘cara’ do restaurante, que muitas vezes são aquelas tradicionais ‘armadilhas’ para turistas.

Supermercado, o melhor amigo do bolso – é claro que você vai querer, um dia ou outro, jantar em um restaurante em Roma, Paris, Barcelona ou outra cidade de sonhos. Mas, se você não está pronto para queimar todo seu orçamento em alimentação, delicie-se nos supermercados. Com alguns punhados de euros, dólares ou pesos, você pode comprar deliciosos pães, queijos sensacionais, presuntos crus, morangos e sorvetes para fazer refeições mais do que especiais em seu hotel, sem gastar um quarto do que gastaria em um restaurante.

Compre um chip de celular local – essa dica é importantíssima para quem quer usar o celular em suas viagens internacionais: nunca utilize seu cartão SIM brasileiro fora do País. O custo pelo uso de dados de internet ou ligações é mais do que absurdo, e a surpresa será bem desagradável quando a conta chegar no mês seguinte. Se você pretende usar seu celular como GPS ou guia de viagem de bolso quando estiver em suas andanças pelo mundo, sempre compre um cartão SIM pré-pago no país que estiver visitando. Por cerca de 20 euros você conseguirá chips com dados de internet mais do que suficientes para usar durante toda as férias – pesquise as operadoras locais de cada país, pois muitas permitem a compra antecipada do cartão com envio por correio para o Brasil (às vezes com frete grátis).

Caminhe – essa dica é para quem não tem problema em gastar a sola do tênis: não existe nada melhor do que conhecer um destino turístico caminhando. Isso é especialmente verdade nas cidades europeias, que costumam ter distâncias humanas entre suas principais atrações. Um dia caminhando por Roma, acompanhando ao ritmo de seus passos milhares de anos de história se desenrolando diante de seus olhos, é um daqueles prazeres que você não saboreia de dentro de um ônibus de city-tour ou do táxi. E com a vantagem de que caminhar não custa nada. 

Os walking tours, aqueles passeios guiados a pé muito tradicionais em cidades europeias, também são uma boa pedida a custo baixo: geralmente cada pessoa paga o que acha que deve ao guia, mas é legal não exagerar não pão-durice…rs 

Viaje em baixa-temporada – sei que essa dica não é para todos, mas se você pode tirar férias em meses de baixa-temporada, não pense duas vezes. Praticamente tudo ficará mais barato e mais vazio – o sonho de qualquer viajante profissional. E, mais uma vez, seja flexível: viajar em dezembro para a Europa será mais barato (e gelado) do que ir ao Velho Continente em julho ou agosto. O mesmo não se aplica a Nova York, um destino tradicional de Natal e Ano Novo. Quer conhecer Bariloche? Em agosto os preços são muito mais convidativos que no mês anterior, e a neve continua lá. Adeque sua viagem ao calendário e curta o máximo possível. Viajar sem gastar fortunas é possível, desde que com planejamento.

Alugue um carro – se você pretende conhecer pequenas e médias cidades pela Europa, nada melhor do que alugar um carro. Além de permitir uma grande liberdade na hora de fazer seu roteiro, sem depender de ramificações de trem ou horários de ônibus, na ponta do lápis o aluguel de um carro simples não causa um rombo tão grande em seu orçamento: com cerca de R$ 100 por dia você consegue dirigir pelo continente (sem contar a gasolina e os pedágios). Mas é preciso ficar atento às restrições à circulação de carro nos centros históricos de muitas cidades. Outra dica importante: alugar um carro para circular nas grandes cidades europeias é uma besteira: use os metrôs, bondes e ônibus.

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