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10 hábitos de um viajante quando não havia Internet

1 – Juntava papéis sobre o destino
Da compra de revistas, guias e mapas até guardar folhetinhos promocionais. Dava pra ‘viajar’ até em Atlas escolar – risos.

Revistas estrangeiras? Caras e inacessíveis | Foto: ArkansasPhoto

Revistas estrangeiras? Caras e inacessíveis | Foto: ArkansasPhoto

2 – ‘Viajava’ em escassos programas de TV e documentários em VHS
Programas com um ‘quê’ mais educativo que viajante que passavam na TV Cultura, por exemplo. Assistir a um documentário na escola ou em casa, no vídeo cassete!

Títulos eram escassos | Foto: Helgi Halldórsson/Freddi

Títulos eram escassos | Foto: Helgi Halldórsson/Freddi

3 – Mandava cartões postais
Ele poderia chegar depois que você; mas era um prazer enviar e receber postais.

Cartão postal da década de 20 mostrava a 'cidade no futuro' | Foto: Retronault.com

Cartão postal da década de 20 mostrava a ‘cidade no futuro’ | Foto: Retronault.com

4 – Saia atrás de telefones públicos ou cabines para ligar pra casa
Você passava horas pra encontrar um (ou pegar uma fila) pra falar um rapidinho ‘oi, tá tudo bem’ para os pais.

Primeiro 'locutório' de Los Angeles, 1899 | Foto: Public Library LA

Primeiro ‘locutório’ de Los Angeles, 1899 | Foto: Public Library LA

5 – Lia algo impresso enquanto se espera (na rodoviária, na estação ferroviária, no aeroporto…)
Não estava na tela do celular ou do tablet, poderia ser um livro, uma revista, o guia e até aquele panfletinho promovendo o destino.

É, as coisas foram ficando mais práticas | Foto de autoria de John Pollock, feita na década de 40 | via: Vintage Point

É, as coisas foram ficando mais práticas | Foto de autoria de John Pollock, feita na década de 40 | via: Vintage Point

6 – Tirava fotos moderadamente
Sim, e se acabasse o filme?!

Tudo bem, não chegamos a esse ponto... Na imagem, Ansel Adams monta seu equipamento em um parque dos EUA | Foto: Archives.gov

Tudo bem, não chegamos a esse ponto…
Na imagem, Ansel Adams monta seu equipamento em um parque dos EUA | Foto: Archives.gov

7 – Revelava as fotos e as guardava em um álbum (físico). Alguma merecia ir até para um porta retrato
Sim, e algumas se perdiam…

Nem sempre era um álbum bonitinho como esse da foto. Você deve ter algum simples, de papelão, vindo da própria loja de 'revelação' | Foto: Kleiner Eisbär

Nem sempre era um álbum bonitinho como esse da foto. Você deve ter algum simples, de papelão, vindo da própria loja de ‘revelação’ | Foto: Kleiner Eisbär

8 – Na volta, contava aos amigos (pessoalmente) tudo sobre a viagem
Nada de check in (online) milimétrico dos seus passos. Os amigos saberiam tudo na sua chegada.

Na volta, sempre uma 'rede social' | Foto: Laura Lessa

Na volta, sempre uma ‘rede social’ | Foto: Laura Lessa

9 – Interagia mais no local
Sem a busca frenética pelo wi-fi do restaurante, o ‘deixa eu dar uma olhadinha no e-mail do trabalho’ ou ‘péra, deixa fazer essa foto e já postar no Face’ conversava-se/interagia-se mais durante a viagem.

Foto: Bibliothèque Nacionale de France/Europeana

Foto: Bibliothèque Nacionale de France/Europeana

10 – Aproveitava mais o momento
Sem olhar o por-do-sol pela telinha do smartphone…

Nós somos adeptos de fazer isso sempre | Foto: Silnei L Andrade/Mochila Brasil

Nós somos adeptos de fazer isso sempre | Foto: Silnei L Andrade/Mochila Brasil

Ok, mas nós amamos internet. Sabendo usar, ela ajuda muito, entretém, informa e inspira!

– A foto que abre o post circulou bastante pela internet nos últimos meses. Infelizmente não sabemos de quem é a autoria. É criativa e dá um incentivo aos compulsivos – risos.

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