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6 grandes motivos para você viajar para o Peru

1º – Visitar as ruínas das mais antigas civilizações da América

O território que hoje compreende o Peru já foi ocupado pelas mais antigas civilizações do continente americano.  Além dos Incas, construtores de Machu Picchu e Choquequirao, outros antigos povos também deixaram seu legado por lá: Os Supes formavam a mais antiga civilização da América, a de Caral e deixaram uma enorme pirâmide e outras ruínas em uma cidadela recém descoberta. Os Chimus construíram Chan Chan, uma cidade com mais de 50 mil habitantes, toda construída em adobe. Os Huancas, que viviam no planalto rochoso de Marcahuasi em meio a rochas enormes com figuras que lembram animais, cabeças e perfis de rostos humanos. Os Chachapoyas, conhecidos como guerreiros das nuvens, a mais importante civilização pré-incaica da Amazônia peruana, foram responsáveis pela construção de diversos monumentos de pedra como Kuélap, Gran Pajatén e as tumbas da Laguna de los Cóndores. E os Limas que “emprestaram” seu nome e deixaram suas marcas e ruínas no que hoje é a capital do país.  As mais espetaculares ruínas de civilizações pré-colombianas da América do Sul estão em território peruano e se você gosta do assunto esse é um grande motivo para viajar pra lá!

Para saber mais sobre cada uma destas ruínas e civilizações que habitaram o território peruano,  acesse nossos 2 posts especiais sobre as cidades perdidas da América do Sul (aqui e aqui).

Mochileiro em Machu Picchu - Foto de Paweł Opaska

Machu Picchu – Foto de Paweł Opaska

 

2º – Provar o melhor da gastronomia da América do Sul

O Ceviche peruano é o prato mais delicioso que você vai comer na vida. É uma explosão de sabores e o único motivo aceitável para você torcer o nariz pra ele, é o de não gostar de peixe e/ou frutos do mar.  Mas não é só por conta do Ceviche que a gastronomia peruana é aclamada internacionalmente. O Peru ganhou o prêmio World Travel Awards na categoria Melhor Destino Gastronômico do Mundo em 2012 e  na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo de 2015, 3 estão na cidade de Lima. É o mesmo número de restaurantes italianos na lista.   Foi também em Lima onde a prestigiada escola de gastronomia francesa, a Le Cordon Bleu, abriu sua primeira filial na América Latina. Mas se você acha que por todos estes motivos, vai precisar carregar um caminhão de dinheiro para experimentar um delicioso ceviche, você está enganado.  Para provar o que já foi considerado o melhor do mundo, vá ao pequeno e simples “Chez Wong” do chefe Javier Wong, que fica na Calle Enrique Leon Garcia 114 no bairro operário de La Victoria, na região central de Lima.

Se você quer aproveitar o que há de melhor na culinária peruana, faça sua passagem por Lima coincidir com o Festival Mistura, a maior feira de gastronomia do país, que ocorre anualmente na primeira metade do mês de Setembro.

Ceviche Peruano - Foto: VivaPeru

Ceviche Peruano – Foto: VivaPeru

Feira Gastronômica Mistura em Lima - Foto: Divulgação

Feira Gastronômica Mistura em Lima – Foto: Divulgação

 

3º- Fazer algum dos mais belos trekkings da América do Sul

Alguns dos trekkings mais belos da América do Sul também estão em território peruano a começar pelo mais “pop” de todos, a Trilha Inca para Machu Picchu. Ela é a mais concorrida, mas não é a única “trilha inca”. Há um emaranhado de caminhos que foram usados pelos Incas para ligar as suas diversas cidadelas e a Trilha Salkantay passa por boa parte destes caminhos rumo a Machu Picchu.  Pra quem quer algo fora do rebanho, uma ótima alternativa é a trilha para a cidadela de Choquequirao, que pode ser feita sem a necessidade da contratação de agências.

Na região da Cordilheira dos Andes, o Circuito Huayhuash, já foi considerado o 2° trekking mais bonito do mundo pela revista National Geographic e possui paisagens como a das três lagunas (da foto abaixo). É sem dúvida uma das paisagens mais belas da América do Sul.  Outros trekkings não menos belos são: o Trekking Huaraz na  Cordillera Blanca, o Lares Trek  e o Trekking Ausangate.

As três lagunas (Siulacocha, Quesilococha e Garangacocha) - Foto: Carla Nogueira

As três lagunas (Siulacocha, Quesilococha e Garangacocha) – Foto: Carla Nogueira

 

4º – Conhecer um oásis

Cercada por dunas imensas, a Lagoa de Huacachina é um oásis localizado a 5 km  da cidade peruana de Ica , no meio do deserto litoral do Pacífico . De água verde-esmeralda, surgiu devido ao afloramento de rios subterrâneos e em torno dela há uma abundante vegetação.  É um dos lugares mais espetaculares e belos da costa peruana. Se você nunca esteve em um oásis é a sua chance de conhecer.

Huacachina - Foto: Divulgação

Huacachina – Foto: Divulgação

 

5º – Sobrevoar as Linhas de Nazca

As Linhas de Nazca fazem parte do conjunto dos grandes mistérios da humanidade e foram descobertas após os anos de 1930 quando as pessoas começaram a viajar de avião sobre a área, despertando então o interesse de antropólogos que passaram a estudá-las.   As linhas são desenhos rasos feitos no chão e quase imperceptíveis em solo. Centenas delas são simples linhas ou formas geométricas, com mais de setenta desenhos de animais, aves, peixes ou figuras humanas. As maiores têm mais de 200 metros de diâmetro.

Os estudiosos divergem na interpretação, mas geralmente atribuem-lhe significado religioso, mas ela se tornaram um prato cheio para todos os tipos de especulação e estão quase que diariamente populando a imaginação dos telespectadores do History Channel: “Aliens!” 😀

Aliens

Em 1985, o arqueólogo Johan Reinhard publicou dados arqueológicos, etnográficos e históricos que demonstram que o culto às montanhas e outras fontes de água predominaram na religião e na economia da Civilização de Nazca. Ele teorizou que as linhas e as figuras eram parte das práticas religiosas que envolvem o culto a divindades associadas com a disponibilidade de água: “E aí galera do céu, olha que desenho maneiro nós fizemos pra vocês! Mandem chuva por favor!”

A base para visitação é a cidade de Nazca, onde é possível contratar um sobrevoo ou passeio guiado pelo deserto. A cidade não possui muitos atrativos além de pequenos museus. Um sobrevoo que geralmente dura 30 minutos, custa entre US$ 50 e US$ 110 (isso vai depender do seu poder de barganha). Você pode também fazer uma caminhada guiada pelo Deserto de Nazca até um dos mirantes de onde é possível ver parcialmente alguns dos desenhos. Se for sobrevoar a região, o melhor horário para o passeio é pela manhã.  Mais informações sobre as Linhas de Nazca você encontra aqui.

Formação conhecida como o Colibri (Beija-flor) - Foto: History Channel :D

Formação conhecida como o Colibri (Beija-flor) – Foto: History Channel 😀

 

Mapa das Linhas de Nazca - Fonte: Mysteryperu.com

Mapa das Linhas de Nazca – Fonte: Mysteryperu.com

 

6º – Participar da Inti Raymi (Festa do Sol)

Inti Raymi (em quéchua, “Festa do Sol”) é um festival religioso incaico em homenagem a Inti, o deus-sol. Marca o solstício de inverno do hemisfério sul nos Andes. O local de realização da cerimônia é a fortaleza de Sacsayhuamán (a 2 km de Cuzco), no dia 24 de junho de cada ano.

Na época dos incas, esta cerimônia se realizava na praça Aucaypata, hoje, Plaza de Armas de Cuzco, sendo assistida pela totalidade da população da cidade (talvez umas 100 mil pessoas). No dia 24 de junho (solstício de inverno no hemisfério sul), quando a Terra se encontra no ponto de sua órbita mais distante do Sol, começava o ano novo incaico, evento associado ao próprio surgimento da etnia inca.

Mais fotos da Festa do sol você encontra aqui e aqui.

Inti Raymi ou a

Inti Raymi ou a “Festa do So”l em Cusco – Foto: intiraymi.org

Inti Raymi ou a

Inti Raymi ou a “Festa do So”l em Cusco – Foto: intiraymi.org

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