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Argentino viaja de bicicleta pelo mundo há dez anos


O argentino Nicolás Marino, de 38 anos está desde os 28 viajando pelo mundo de bicicleta. Aos 20 ele já estava na estrada, mas tinha como companheira apenas a mochila.
O viajante, que é arquiteto e fotógrafo se descreve como um “explorador incansável do mundo e aventureiro por natureza”.
Nicolás já conheceu mais de 60 países. Foram mais de 87.000 quilômetros pedalados.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Sua viagem de bicicleta começou em 2006 no Irã, onde encontrou um grupo de ciclistas que viajavam da Europa rumo à China. As histórias do grupo foram comoventes e inspiradoras e passada uma semana, Nicolás comprou tudo o necessário para começar a pedalar.
Ao jornal argentino La Nacion, o viajante relata que “o começo foi tão duro que queria vender tudo [e voltar], mas perseverei até começar a me dar conta da recompensa de fazer isso e a viagem terminou transformando-se em uma viagem de ida”. De Teerã ele chegou a China, onde por um tempo trabalhou com suas outras paixões: arquitetura e fotografia.
“Quando sua viagem torna-se sua vida e você sente a sua vida como uma viagem, não existe nem começo nem fim” comenta sobre suas pedaladas que parecem, não têm prazo para acabar.
“Nenhum livro, universidade, mentor ou mestre espiritual pode lhe ensinar o que você aprende experimentando o mundo deste modo”, frisa. A gente não duvida!

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Além de belas paisagens

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Foto: Nicolas Marino/Reprodução Facebook.

Viajar assim é mais que visitar lugares, conhecer pessoas e culturas e encher os olhos e as câmeras de belas paisagens. É uma experiência humana. “Costumo passar por crises internas e momentos de profunda reflexão tentando conciliar as injustiças do mundo e não me deixar consumir pelo ódio e negatividade que [elas] geram”, comenta acrescentando: “minha natureza otimista, sem ignorar o que evidentemente está mal, faz com que eu me conecte com a dignidade humana que sobrevive até nos espaços de sofrimento”.
Quão belo e ao mesmo tempo, quão duro pode ser o mundo? Estar aberto às possíveis respostas à essa pergunta é uma das muitas riquezas que as viagens nos proporcionam.

Mais sobre a história dele e suas andanças e pedaladas, bem como belíssimas fotos, podem ser conferidas no site, Facebook, Instagram e Twitter.

Confira também

Meses atrás falamos de Pablo García, outro argentino que está pedalando mundo afora. Pablo está rodando o mundo há 15 anos! Confira sua história aqui.

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