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Ele quer ser o primeiro brasileiro a conhecer todo o mundo


Meses atrás falamos aqui do colombiano que quer ser o primeiro jovem latino a conhecer o mundo – na ocasião, ele havia conhecido 59 países mas, apesar de não se tratar de uma competição, parece que ele terá que correr para alcançar um brasileiro, o gaúcho Rodrigo Militão.
Nosso conterrâneo já conheceu 135 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) e mais de 19 territórios, totalizando 154 lugares e seu sonho é conhecer até o final da década os 193 países membros da ONU.
Em seu blog ele fala das viagens que já fez e do ‘Projeto 193 países’, que também conta com uma movimentada página no Facebook.

Rodrigo: “Meta” é conhecer os 193 países | Foto: Arquivo pessoal.

Das viagens à trabalho ao “vício” de viajar

Rodrigo, natural do pequeno município de Panambi (RS) era um estudante de Comércio Exterior quando começou a viajar com frequência. A primeira experiência internacional foi à trabalho, para um lugar bem pertinho dele: Montevidéu, no Uruguai; depois Caribe. Mais adiante transferências para cidades brasileiras e as viagens de negócio não pararam. Nesse meio tempo abriu uma consultoria que faz a intermediação de negociações com empresas estrangeiras, juntou uma grana e mergulhou no sonho de conhecer o mundo.

Em Cabo Verde | Foto: Arquivo pessoal.

Das viagens que fez, destaca a que durou cerca de 8 meses. Quando teve a oportunidade de conhecer mais de 280 cidades da Europa. Viajou também ao Oriente Médio, passando por Irã e Síria, onde diz ter tido sua pior experiência: a de quase ter sido sequestrado por um membro do estado islâmico. “Quando estava indo do Irã para a Síria tinha um integrante do estado islâmico sentado na minha frente. Ele queria me persuadir a desembarcar do ônibus em uma cidade anterior a que eu desceria, mas algumas pessoas me alertaram e, quando chegou na cidade dele, o rapaz tentou me tirar do ônibus, me puxar à força, foi neste momento que alguns curdos e o motorista me defenderam”, lembra.

No Irã | Foto: Arquivo pessoal.

Em Cabo Verde | Foto: Arquivo pessoal.

Em contraste à alegre foto acima (com as crianças cabo-verdianas), uma casa destruída na Síria | Foto: Arquivo pessoal.

Nesta viagem de 8 meses, Rodrigo não utilizou aviões para locomoção, fez tudo por terra e mar. Dormiu em casas de moradores locais, em hostels e como quase todos que estão em um mochilão, passou noites em carros, navios e outros meios de transporte. “Em Santander, no norte da Espanha eles fecham a rodoviária e por estar muito tarde, acabei não conseguindo nenhuma hospedagem”, comenta sobre a vez em que teve que dormir na rua.
Outra boa aventura foi seguir da cidade de Araranguá, em Santa Catarina rumo ao Alasca por terra e mar. “Essa viagem durou aproximadamente 7 meses e conheci lugares magníficos do nosso continente”: todos os países da América do Sul, Central e do Norte e seus principais destinos, além de Cuba, Jamaica e Ilhas Cayman, no Caribe.

No Alasca | Foto: Arquivo pessoal.

Sobre todas as viagens uma certeza: fizeram dele mais um viciado ?
Para saber mais sobre esta história acesse o blog, o Facebook e o Instagram.

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