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Novo circuito para cicloturistas passa por 10 cidades do interior de MG


Com 408 quilômetros de extensão, passando por belas paisagens de 10 cidades do interior de Minas Gerais, o circuito “Volta das Transições” pretende atrair os amantes do pedal.
De acordo com informações do Ministério do Turismo, a rota foi estruturada no último mês e prioriza as estradas de terra que cortam os municípios do sul do Estado e que integram o Circuito Turístico Serras de Ibitipoca, entre eles Bia Fortes, Bom Jardim de Minas, Ibertioga, Lima Duarte, Olaria, Pedro Teixeira, Rio Preto, Santa Rita de Ibitipoca, Santa Rita de Jacutinga e Santana do Garambéu.
O nome do circuito foi escolhido por remeter às características do relevo, fauna e flora locais. O trajeto na Zona da Mata mineira passa por diferentes ecossistemas, como a Mata Atlântica e os Campos Altimontanos, incluindo serras, vales e planaltos.
Para preparar o circuito, os idealizadores do projeto fizeram as medições dos principais pontos por GPS e sinalizaram o caminho com placas georreferenciadas, que trazem informações como latitude, longitude, hidrografia, altitude, localidade e quilometragem.
O percurso completo, que começa e termina em Santa Rita de Jacutinga, tem 408 quilômetros e foi dividido em sete etapas, com pequenos trechos no asfalto. “Não é um roteiro para amador e teve um foco maior no Mountain bike. Há ciclistas que podem fazer uma etapa em dois dias, outros que fazem duas etapas em um dia. Enfim, o importante é estar bem informado sobre a altimetria e as distâncias. Mas a pessoa faz o roteiro como desejar, podendo começar em qualquer município, ou etapa, no tempo que quiser”, explica Felipe Teixeira, presidente da Associação dos Municípios do Circuito Turístico Serras de Ibitipoca.

Foto: Maurício Brasilli/Divulgação MTUR

Para fazer o percurso

Acesse o site Volta das Transições e faça sua inscrição. Você receberá por e-mail um protocolo de check-in. No documento há espaços para carimbos e dados em pontos específicos ao fim de cada etapa. Ao completar todo o percurso, o cicloturista envia uma foto do protocolo e recebe um certificado.
Na página também é possível encontrar link para baixar um aplicativo para smartphone com planilha de navegação, ter acesso aos mapas e detalhes de cada etapa.

Fotos: Maurício Brasilli/Divulgação MTUR

Santa Clara, uma das fazendas do caminho | Foto: Maurício Brasilli/Divulgação MTUR

Foto: Maurício Brasilli/Divulgação MTUR

 

Etapas

Foto: Reprodução.

Etapa 1
Início: centro de Santa Rita de Jacutinga
Término: Rio Preto
Atrativos: Montanhas, margens do Rio Preto, cachoeira, vilarejos e Fazenda Santa Clara.
54,5 Km de extensão
865 m de altura acumulada
541 m de descida acumulada
994 m de elevação máxima
414 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Difícil
Duração: 6h18min

Etapa 2
Início: Rio Preto
Passa por: Olaria
Término: Lima Duarte
Atrativos: Montanhas, Pico do Pão de Angu, vilarejos e extinta malha ferroviária conhecida como Estrada dos Cortes
53,47 Km de extensão
563 m de altura acumulada
741 m de descida acumulada
1.243 m de elevação máxima
702 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Moderada
Duração: 5h

Etapa 3
Início: Lima Duarte
Passa por: Pedro Teixeira
Término: Bia Fortes
Atrativos: Rio do Peixe e rio Grão Mogol.
52,85 Km de extensão
1.018 m de altura acumulada
914 m de descida acumulada
920 m de elevação máxima
679 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Difícil
Duração: 2h23min

Etapa 4
Início: Bia Fortes
Passa por: Santa Rita de Ibitipoca
Término: Ibertioga
Atrativos: Pousada Fazenda da Serra e vilarejos.
45,73 Km de extensão
1.009 m de altura acumulada
809 m de descida acumulada
1.196 m de elevação máxima
782 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Moderada
Duração: 5h2min

Etapa 5
Início: Ibertioga
Término: Santana do Garambéu
Atrativos: Plantações de eucalipto, campos altimontanos e vilarejos
64,89 Km de extensão
1.543 m de altura acumulada
1.335 m de descida acumulada
1.259 m de elevação máxima
964 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Muito Difícil
Duração: 8h28min

Etapa 6
Início: Santana do Garambéu
Término: Bom Jardim de Minas
Atrativos: Caminhos do ouro, estradas de terra remanescentes do antigo Ramal Ferroviário Zona da Mata – Sul de Minas, Rio Grande, cachoeiras
63,72 Km de extensão
830 m de altura acumulada
881 m de descida acumulada
1.245 m de elevação máxima
898 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Difícil
Duração: 6h40min

Etapa 7
Início: Bom Jardim de Minas
Término: Santa Rita de Jacutinga
Atrativos: Montanhas, plantações de pinus e eucaliptos, cachoeiras Boqueirão da Mira e dos Meireles,
45,11 Km de extensão
1.186 m de altura acumulada
1.792 m de descida acumulada
1.358 m de elevação máxima
496 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Moderado
Duração: 4h58min

Foto: Maurício Brasilli/Divulgação MTUR

Ainda de acordo com informações divulgadas pelo ministério, pelo circuito há pontos de apoio com pronto-socorro, oficinas de bicicleta, restaurantes, hospedagem, agências bancárias e outros comércios.
O roteiro é “autoguiado”, podendo ser percorrido sozinho ou em grupo. Para quem prefere contar com um apoio logístico de uma empresa “há duas operadoras (esta e esta) cadastradas”, completa Teixeira.

Texto: Gabriel Fialho (Ministério do Turismo) e Redação.


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