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Os 7 tipos ‘mala do hostel’

Há mais? Há. Alguns nos chamarão de chatos? Sim. Outros concordarão. Em todo lugar há um mala e no hostel ele não poderia faltar. É o tipo mala, O mala (não é uma mala de carregar seus pertences). Vejamos alguns. Conte pra gente uma experiência irritante no hostel!

1 – O roncador
Quem nunca roncou, que atire a primeira pedra. Para não nos chamarem de incompreensivos, lançaremos mão do ditado “quem dorme antes, ronca menos”.
Donos de hostel poderiam dar de brinde uns protetores auditivos, para que todos fiquem felizes nos seus beliches.

Essa senhorinha simpática só serviu pra ilustrar o post. Os 'sinfônicos' não têm idade | Foto: http://mudri.deviantart.com/

Essa senhorinha simpática só serviu pra ilustrar o post. Os ‘sinfônicos’ não têm idade | Foto: http://mudri.deviantart.com/

 

2 – O demasiadamente organizado
Ele quer checar se está tudo ok com seus pertences na hora em que a maioria está tentando dormir. Nem se dá conta de quanto o som dos zíperes da sua mochila podem incomodar o vizinho.
Alguns carregam pertences em sacolinhas plásticas, daquelas de supermercados e o chiadinho da organização pode incomodar.

Ok, eu confesso que carrego algumas coisas em sacolas plásticas dentro da mochila, mas não fico mexendo nelas quando tem gente querendo dormir | Foto: Esse tal meio ambiente, que tem um texto bastante interessante sobre o qual vale refletir. Leia!

Ok, eu confesso que carrego algumas coisas em sacolas plásticas dentro da mochila, mas não fico mexendo nelas quando tem gente querendo dormir | Foto: Esse tal meio ambiente, que tem um texto bastante interessante sobre o qual vale refletir. Leia!

 

3- O faminto
Na cama, enquanto os demais tentam ter o merecido sono reparador, lá está ele abrindo e, sem cerimônia tirando um som com o seu Elma Chips!

Também há esses tipos de malas nos cinemas!

Também há esses tipos de malas nos cinemas!

 

4 – O faminto II
Ele passa na sua frente na fila do café da manhã, leva o que pode da mesa para a trilha (ou para outra atividade) e às vezes até para o quarto. Também conhecido como ‘cara de pau’ ou ‘mão de vaca’ ou ainda, ‘cara de pau, mão de vaca’.

Tá certo que alguns hostels têm super cafés da manhã, mas não é por isso que a gente não vai manter a classe - risos. Os que oferecem embalagens individuais como as das geleinhas da foto certamente têm prejuízos com alguns | Foto: Stuttgart.com.br

Tá certo que alguns hostels têm super cafés da manhã, mas não é por isso que a gente não vai manter a classe – risos. Os que oferecem embalagens individuais como as das geleinhas da foto certamente têm prejuízos com alguns | Foto: Stuttgart.com.br

 

5 – O dono do banheiro
Os hostels também têm seu horário de rush, pelo menos para o banho. Pode ser pela manhã ou na hora em que o pessoal chega da rua para se aprontar pra sair novamente. Os incompreensivos tomam pra si os banheiros compartilhados como se estivessem em suítes privativas. Pra que se preocupar? É tudo deles.

Foto: Jax House.com

Foto: Jax House.com

 

6 – O muito mochileiro
Ele já viajou muito mais do que você; ele sabe muito mais do mundo que você. Ele já pegou ‘doenças de viagem’ que você não pegou, viveu romances torrenciais no mochilão. Enquanto você sonha conhecer a Tailândia, ele diz ter ido duas vezes pra lá. Conhece lugares que foram d-e-s-c-o-b-e-r-t-o-s por ele, ou por um amigo dele.
Geralmente ele não ouve, só quer falar; afinal ele acha que só ele tem algo a dividir com alguém, porque é muuuuuito mochileiro.

Foto: Reprodução.

Foto: Reprodução.

 

7 – O saudosista chato (Atente para a palavra ‘chato’, porque ter saudade e falar das coisas boas de onde você vive também não é tão ruim assim)
Ele não foi para curtir o local e aproveitar tudo que a viagem pode oferecer. Ele anda tenso e foi pra qualquer lugar pra contar para os outros quanto a cidade na qual ele vive (ou passa a maior parte do tempo) é “melhor”.
A comida dali é ruim; os moradores locais são “estranhos”; os serviços não são tão bons quantos os oferecidos na sua cidade.
Geralmente ele não se dá conta que pode estar num local onde a cultura, os costumes, os serviços, o clima, a temperatura, o caminhar das horas são totalmente diferentes dos da “sua” cidade e que é aí onde mora uma das maravilhas da viagem.

É preciso ter mais que olhos pra enxergar a beleza do novo | Arte: Azraelengel

É preciso ter mais que olhos pra enxergar a beleza do novo | Arte: Azraelengel

A foto/arte que abre o post é de Carlos Henrique Reinesch.

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