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“Viajando de Crypton”: uma aventura de moto por MG, RJ e SP


Por Evaristo Gouvêa*

“Viajando de Crypton” foi das mais belas experiências que tive. Planejei e executei, mesmo diante de algumas opiniões contrárias. Eu viajei em uma pequena moto Crypton sob sol e chuva, no amanhecer e entardecer, subi serras e desci montanhas, visitei praias e picos, mares e lagos, cavernas e grutas, cânions e trilhas, cachoeiras cinematográficas, de águas cristalinas.Andei só e andei na companhia de muitas pessoas, nos ajudando nas trilhas, nas escaladas, nas orientações por caminhos diferentes e desconhecidos, nas conversas e trocas de pensamentos. Tive recepções e amizades inesquecíveis. Vi horizontes cheios de plantações, cortados por longas retas que me faziam sentir como um pequenino grão em movimento. Vi pássaros e borboletas mil. Vi flores e árvores compondo matas e montanhas que se impunham grandiosas e imponentes, mas convidativas e pacificadoras. A minha pequena Crypton aguentou firme as subidas, as estradas de terra, cheias de pedra, o barro, o asfalto quente, o trânsito pesado das rodovias Rio-Santos, da Regis Bittencourt, da Washington Luiz, da Presidente Dutra, da Fernão Dias e de tantas outras. Aguentou as chuvas e o sol quente, os ventos e as brisas, os cachorros correndo ao lado querendo não sei o que, talvez tentando impedi-la de seguir ou invadir seus territórios. Fui e voltei por muitos caminhos.Problemas aconteceram mas com fé e ajuda, foram todos superados. Faria novamente, arriscaria novamente, viveria novamente, sonharia novamente toda a fantasia e magia desta minha pequena jornada que se iniciou em 29 de Novembro de 2015, teve um intervalo de 30 dias por motivos de falha humana-técnica e retornou em 18 de janeiro de 2016 para terminar em 27 de março de 2016.
Quando se sai com um bom planejamento, mas deixando o imprevisto e o não planejado atuar, sem medo, se vai longe e as descobertas são incríveis. Espero realizar outras viagens mais, mas pelo menos uma vez na vida, mesmo tendo de largar o emprego com ótimo salário, me dei o direito de sair por aí, sem uma rota definida, no embalo das curvas e das retas, curtindo o inesperado…”

Foto: Divulgação.

Foram aproximadamente 10.750 km passando por mais de 42 cidades em 90 dias, visitando cachoeiras, canions, grutas, cavernas praias,lagos, ilhas… andando de trem, de balsa, escalando montanhas e picos e muita estrada.

O e-book está disponível aqui.

*Evaristo Gouvêa é  projetista mecânico e um amante das estradas.

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