Cultura Backpacker

Momento coragem: cortar os cabelos durante o mochilão

Barbearia em Antigua – Guatemala
Foto: Claudia Severo/Mochila Brasil

Só quem é mochileiro para se deparar com um “dilema” desses. As longas jornadas e, por muitas vezes a impossibilidade de tratar (ou até mesmo lavar) os cabelos como de costume fazem com que no meio da viagem haja a necessidade de um corte de cabelo.

Encarar uma tesoura estrangeira pode ser algo fácil para os homens – não raro é ver os mochileiros carecas (corte à máquina), mas pode ser algo terrível para as mochileiras (que apelam para todo tipo de tiara, fivela, elástico, pomada, presilha etc ou só cortam “as pontinhas”).
Agora se você está “no espírito”, até uma simples ida ao barbeiro ou a um salão local durante a viagem pode ser uma boa maneira de conhecer um pouco mais do lugar. Além do bom papo no salão (acho que é igual em toda parte do mundo – risos) dá pra pegar boas dicas que só um local pode dar, como onde comer barato, o que visitar entre outras.  De quebra, você corre o risco de levar na cabeça (literalmente) um pouco do lugar.
Foi o que aconteceu com o viajante Silnei L Andrade (meu companheiro, que também faz o Mochila Brasil). Desde uma viagem à Florianópolis ele se viu “obrigado” a utilizar o visual careca. Com os cabelos crescidos num visual meio 80’s ele precisou cortá-los na capital de Santa Catarina e a cabeleireira, olhando sua foto meio topetuda do RG (para tentar copiar) passou a máquina 2.
“Ela cortou meu cabelo como estavam sendo cortados os cabelos dos caras de lá”, lembra. Lá se foi então o topete e com o novo corte veio a praticidade (e um legado: careca há anos – risos). Nessa barbearia de Antígua, na Guatemala já rolou o contrário: o barbeiro não conseguia entender porque um cara queria cortar o cabelo ‘careca’ (?!), tanto que resistiu e não passou a máquina de mesmo tamanho em todo cabelo. E mais uma vez Silnei sai com os cabelos diferentes do que esperava.
Eu já cortei as pontinhas em Quito, no Equador, num salão que se chamava ‘Tijera loca’ (Tesoura louca, Tesoura maluca, em português) e gostei muito da leve repicada que o cabeleireiro deu (eram só as pontinhas!)
Voltando aos meninos, além dos carecas, não raro é vê-los com um visual meio “Jorge du Peixe” (da banda Nação Zumbi  – Se tiver curiosidade vale uma busca no Google imagens) pode reparar. Sem contar nas barbas, mas essas, bem… hoje estão na moda. Bem, os cabelos também mudaram, agora além dos rastas, Jorges Du Peixe e carecas também há os meninos de coques.

Jorge Du Peixe
Foto: Divulgação

E você, já mudou o visual durante a viagem? Como foi a experiência?

Esse mudou. Mudou muito.

Foto: Reprodução.

Foto: Reprodução.

Agora quem teve uma mudança drástica mesmo foi o viajante alemão, Christoph Rehage. Aqui a gente falou um pouquinho dele e publicou um incrível vídeo da transformação pela qual ele passou em 1 ano de viagem pela China.

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