Brasil

Chapada Diamantina: um país no coração do Brasil

Maior que a Bélgica e no coração do Brasil, a Chapada Diamantina reúne incontáveis opções pra quem quer botar a mochila nas costas e conhecer cenários de rara beleza e rica história. Dividida em várias serras, como a do Bastião, da Mangabeira, do Rio de Contas, das Almas e a Serra do Sincorá, a região reflete um país desconhecido que vive no dia-dia e no imaginário do povo sertanejo.
Da primeira década do século XIX ao final do século XX, a Chapada viveu da riqueza e prestígio (dos diamantes e do ouro) ao abandono e esquecimento; renascendo enfim no turismo. É sem dúvida, um dos parques nacionais com a maior diversidade em relevo e paisagens do país, unindo cachoeiras em cânions monumentais, ao azul esverdeado de lagos como o da Pratinha, que destoam do chão batido de tom vermelho e empoeirado do sertão, passando por paisagens que lembram o Pantanal, como o Marimbus, até o Vale do Capão com suas noites inigualáveis.
Mergulhar em cavernas, percorrer trilhas (de um ou vários dias) entre paisagens fascinantes cortadas por belos vales e morros; circular pelo casario colonial e já estar cumprimentando a cidade inteira depois de dois dias nela ou experimentar os pratos da culinária local, como o godó de banana (feita com a fruta verde) e o cortado de palma (uma espécie de cacto refogado), nos insere em um Brasil do qual muitos brasileiros apenas ouviram falar.

Pai Inácio visto da estrada ao anoitecer – Foto: Silnei L Andrade / Mochila Brasil

O Parque Nacional

O Parque Nacional da Chapada Diamantina foi criado em 1985, abrangendo cidades como Andaraí, Lençóis, Mucugê e Palmeiras; locais que centralizam os principais roteiros ou pontos de partida para outros tantos e boa infra-estrutura turística.
Ali está concentrado um dos mais belos exemplares do chamado Cerrado, ecossistema que se refere às savanas brasileiras (uma espécie de vegetação semi-densa, um pouco diferente da primeira savana que nos vem à cabeça, a africana).
Campos rupestres, matas, vales, áreas rochosas e até pântano fazem parte dele. Sua beleza se revela em pequenos detalhes, como nas inúmeras flores que embelezam o cenário, por exemplo, rumo à Cachoeira da Fumaça.

Principais atrações

Cachoeira da FumaçaO vento “borrifa” pelo ar as águas da cachoeira de 340m de queda e 420m de altura! Um dos caminhos que leva até ela foi feito para que o gado suba a serra, mas quem aproveita mesmo são os milhares de turistas que visitam o local por ano. A paisagem durante a trilha é de tirar o fôlego: de um lado o Morrão (outro cartão postal da Chapada) e do outro o Vale do Capão. Este é o chamado “Fumaça por cima”. Para fazê-lo os viajantes partem do vale. São cerca de 6 km de distância, 1,5 km deles via Serra do Sincorá.
O chamado “Fumaça por baixo” é para quem está com bom preparo físico. São quatro dias e três noites em meio a cenários belíssimos.
Em ambos os casos é imprescindível o acompanhamento de guia local.
Morro do Pai Inácio- No km 231 da BR-242 está o ponto de partida para a subida ao Morro do Pai Inácio. São cerca de 20 ou 30 minutos sempre acompanhados é claro, de lindas cenas. No alto do morro, vista panorâmica – fonte de fotos de um dos principais cartões-postais do Brasil. Certamente você já viu os Três Irmãos em uma vinheta de comercial na TV ou num cartaz em uma feira de turismo.
Diz a lenda… que um escravo chamado Inácio apaixonou-se pela esposa de um poderoso coronel da região que, ao descobrir o romance, mandou pistoleiros em seu encalço. Sem saída, no topo da montanha, Inácio saltou e… vá ao Morro para conferir, estragaríamos a surpresa!

Uma trilha pouco explorada é a Morro do Pai Inácio – Morrão. São 7km que valem a pena ser percorridos.

Vale do Capão faz parte do município de Palmeiras – Foto: Silnei L Andrade / Mochila Brasil

Roteiro das cachoeiras, em Lençóis

Serrano – É o mais popular passeio de Lençóis (principal cidade base para se conhecer um pouco da Chapada), a menos de 1Km da cidade. O chão de seu leito parece mármore, as águas escuras como chá propiciam reconfortantes banhos em suas “banheiras” formadas pela natureza.
Salão de Areias ColoridasA 10 minutos do Serrano; a área foi formada pela erosão de rochas graníticas e conglomerados de arenito. Fica a 1,5 km do centro de Lençóis.
Ribeirão do Meio- Ainda a partir de Lençóis via caminhada fácil a partir da Igreja do Rosário (rua dos Negros).
Essas atrações, mais Cachoeira Primavera e Poço Halley ou Poço Paraíso fazem parte do chamado “roteiro das cachoeiras” em Lençóis.

Mais atrações

Cachoeira do Sossego – Partindo de Lençóis são 6 km de caminhada em trilha e dois através do leito do rio Ribeirão. São cerca de 3 horas de subidas e descidas e pedras a pular para chegar a essa bela cachoeira, cuja trilha exige bom preparo físico.
Cachoeira do Rio Mucugezinho/Poço do Diabo- Vários trechos têm poços formados. Lá está o chamado Poço do Diabo, a 22m de altura de um verdadeiro “trampolim”!
Poço encantado- Um dos ícones da Chapada.
Entre abril e setembro e em certas horas do dia, os raios do sol passam por uma fenda cuja luz é refletida no espelho d´água. A cor azul intensa é mágica. Embora não pareça, suas águas têm 40m de profundidade e os mergulhos são permitidos somente com autorização do ICMBio e acompanhamento de guia experiente. A atração faz parte da cidade de Andaraí.
Morro do Camelo- Fica ao norte da Chapada, ao “lado” do Morro do Pai Inácio. São 4 km de distância, com acesso através de carro e trilha. Sua altura é de aproximadamente 170m e altitude de 1090m.
Marimbus- O passeio de barco a remo (canoa de madeira ou alumínio) pelo pântano da Chapada formado pelas águas dos rios Santo Antônio e Utinga é bastante tranquilo. Várias espécies animais se fazem presentes neste “mini pantanal” baiano. Não esqueça o repelente.
Gerais do Vieira- Altiplano onde estão as mais lindas cenas do parque nacional. Guias e agências de receptivos locais organizam “expedições” que exploram o imenso vale.
Vale do Capão- Faz parte do município de Palmeiras, cujo principal distrito é Caetê-açu. O vale de indescritível energia e beleza é destino obrigatório para quem visita a Chapada Diamantina.
Vale do Paty- A trilha Lençóis-Vale do Paty é uma das mais atraentes da Chapada. O caminho liga Lençóis à Andaraí, passando pelo Capão. São 70 km atravessando rios, cânions, vales, cachoeiras, serras e gerais, sugerindo como que um resumo de todas as atrações da chapada.

Dos campos, do topo e das águas rumo ao subterrâneo

Dentre tantas atrações, a natureza também foi generosa no número de grutas e sumidouros (gruta ou fenda por onde passar um rio subterrâneo – desaparece em um ponto e surge em outro) na região.
Muitas cavernas oferecem condições propícias para mergulho. Atente para os cuidados e equipamentos especiais para essa prática, além de obter autorização (quando necessária) dos órgãos ambientais e ter um guia local o acompanhando.

Parece piscina, mas não é – Foto: Silnei L Andrade / Mochila Brasil

Lapa Doce- É a terceira maior gruta do Brasil e apenas uma parte dos seus mais de 24Km de extensão podem ser visitados.
Torrinha-  Fica na mesma região da Lapa Doce. Riqueza incomum de espeleotemas (estalactites e estalagmites – grosso modo, formação a partir do teto da caverna e formação a partir do chão da caverna respectivamente, ambos formados pela ação da água). É composta de grandes salões e há travessias nela que podem durar até 5 horas. Possui inscrições rupestres e formações que parecem ouriços.
Pratinha – Gruta Azul –  Fica 7Km depois da Lapa Doce. A Pratinha é um verdadeiro oásis no sertão baiano.
A água cristalina, inúmeros peixes e os micro-búzios fascinam. No local é praticada a Tirolesa, num nível bastante “light”, bem como o mergulho.
A caverna da Gruta Azul tem aproximadamente 120m, com profundidade de 1,5m a 2,5m. Faz parte da cidade de Iraquara, a 76Km de Lençóis. Está em propriedade particular.
Na Gruta Azul, ainda no complexo da Pratinha, a luz refletida no espelho d´água é cenário de intensa beleza. É permitido o mergulho no local.
Lapão- É uma das maiores grutas de quartzo da América do Sul e a segunda maior do Brasil. Diferencia-se das demais por ser formada de rochas areníticas e conglomeráticas (as demais são de formação calcária). Tem 1200m de extensão e cerca de 10m de largura com uma saída de 60m de altura! Nessa “porta”, o rapel é praticado.

Dica: consulte também a Associação dos Condutores de Visitantes de Lençóis (ACVL) para saber sobre passeios guiados, autorizações necessárias, preços dos serviços e outras opções. Tel: (75) 3334-1425.

Outros municípios

Ibicoara- O município de Ibicoara fica 80 km de Mucugê, uma das principais cidades da região da Chapada. Suas principais atrações são as imperdíveis: Cachoeira do Buracão, que fica em um cânion sinuoso de 80m de altura, e a Cachoeira da Fumacinha com seu cânion es-pe-ta-cu-lar. Para chegar às cachoeiras é necessário pegar trilhas consideradas de média dificuldade.
Rio de Contas- Pouco visitada, a cidade ao sul da Chapada possui casario incrivelmente preservado. São 414 prédios tombados pelo Patrimônio Histórico.
Trilhas (entre elas a “Caminho Real” – caminho de pedra construído no século XVIII para transporte do ouro), a Cachoeira do Brumado (70m de altura) e o Pico das Almas (1958m de altura, o terceiro maior do nordeste oferece bela vista para a Chapada) são algumas das atrações.
Igatu (Andaraí) – Distrito de Andaraí, distante 114Km de Lençóis. A vila que já teve por volta de 15 mil habitantes, conta com menos de 500 e é uma verdadeira cidade de pedra. Acredita-se que Igatu ou Xique-xique (como era conhecida) foi descoberta por volta de 1840, por garimpeiros e eles é que fizeram as obras em pedra que você pode encontrar por lá. Foi um século de exploração e riqueza e a decadência no século 20, quando a maioria das casas foi abandonada. Os próprios garimpeiros chegaram a destruir ruas inteiras em busca dos últimos diamantes o que deu início aos cerca de 7Km de ruínas que hoje podem ser visitadas.
Leia mais sobre Igatu aqui

História – da abundância à estagnação

Até o início do século XVIII não havia colonização na região. Em 1701, Portugal já sabia da ocorrência de ouro no norte da Chapada Diamantina (próximo à cidade de Jacobina). A fase áurea do ouro na Bahia durou quase dois séculos, até os primeiros anos do século XX, quando as jazidas começaram a se esgotar. Por volta de 1817 são descobertos diamantes na serra do Bastião, a oeste da Serra do Sincorá.
A mineração foi responsável pelo povoamento do local. Paulistas começam a explorar em Rio de Contas (já na área sul da Chapada), logo chegam garimpeiros de Minas Gerais. Aventureiros, foragidos, lavradores, boiadeiros, ricos comerciantes da capital e senhores de engenho do Recôncavo baiano e seus escravos chegam à região.
A importação de produtos europeus e exportação do ouro e diamantes eram controladas pelos ricos comerciantes do Recôncavo, portugueses e ou seus descendentes. Hoje você pode conferir em Lençóis o prédio do então Consulado francês, que também funcionava como um “QG” para negociar as riquezas da região com a Europa.
O “povo” era formado por pessoas do alto sertão baiano, do planalto central e do Vale do São Francisco. Brancos brasileiros e portugueses do vale lutam pela independência do Brasil, movimento conhecido com Guerra Mata-maroto. O conflito teve como cenário a cidade de Rio de Contas, sul da Chapada.
Isso se dá no período Regencial, com a abdicação de D. Pedro I (1831) até 1840, quando D. Pedro II é considerado maior de idade. Essa é uma época conturbada e de grande revolta social. Os brasileiros pobres continuam fora da vida política nacional e qualquer levante é violentamente reprimido.
No ano de 1861 em Lençóis há uma “eleição” para a indicação de um membro do conselho municipal para representante no Senado Estadual. Começa uma violenta disputa entre “Serranos” – liberais representados pelo coronel Felisberto Augusto de Sá; e “Baianos” – conservadores, representados pelo coronel Antonio Gomes Calmon.
Com a proclamação da república e libertação dos escravos os coronéis do litoral se deixam abater enquanto os do sertão intensificam suas lutas pelo poder regional.

O último coronel do sertão baiano

Além de locação ímpar, a região tem personagens que enriqueceriam qualquer roteiro cinematográfico.
Em meados do século XX, em plena decadência da mineração, as lutas entre famílias se intensificam por toda a Chapada Diamantina.
De Brotas de Macaúbas (Chapada Velha) e com milícia própria, entra em cena a figura mais controversa do sertão baiano, Horácio de Mattos.
Filho de garimpeiro, Horácio, movido por seu sentimento progressista, uma exceção entre os coronéis do sertão, sonhava com o desarmamento e fez uma peregrinação para propor um acordo de paz, que foi “quebrado” pelo assassinato de um de seus 7 irmãos, por rivais.
Horácio tenta fazer com que os assassinos fossem presos e julgados de acordo com a lei, mas não obtém resultados e em 1915 sitia Campestre (atual Seabra) onde o coronel Manuel Fabrício de Oliveira protegia os assassinos de seu irmão. A partir daí, começa sua vida, dividida entre o desejo de paz e a guerra no sertão.
Em 1916 Mattos e seus homens marcham rumo ao reduto de mais um coronel, Militão Rodrigues Coelho, que estaria tomando de forma violenta, terras na região. A batalha vitoriosa durou 5 meses e deixou 400 mortos.
O poderio do bravo coronel do sertão já é notado por outras áreas da Bahia, tanto que o então governador J.J. Seabra faz um acordo com Horácio de Mattos e transfere órgãos oficiais para a Chapada a partir das escolhas do coronel.
É o período no qual paira pela Chapada um breve momento de paz.
Com o garimpo na Chapada Velha em decadência, há uma debandada rumo à Chapada Oriental, para os lados do que hoje é Lençóis (conhecida como Vila Rica da Bahia, na ocasião). A cidade era rica em carbonato (substância que ajuda na perfuração de túneis e na lapidação dos diamantes) e única produtora mundial deste material no período.
Horácio toma o poder em Lençóis através de um acordo com Aureliano Sá, que prefere não promover mais um derramamento de sangue.
Lençóis, a capital das lavras está sob comando de Horácio de Mattos. Era como se a Bahia tivesse dois governos, um na capital (J.J. Seabra) e outro no interior (Horácio de Mattos).
A essa altura Horácio que acumulara tanto poder na região, recebe os títulos de Delegado Regional da Zona Centro-Oeste e Senador Estadual.
Góes Calmon, governador do Estado (depois do exercício de Seabra) rompe com Horácio por não suportar seu “poder paralelo”.
Em 1925 Calmon manda seu exército “destronar” Horácio de Mattos.
Pela primeira vez ele estava cercado; apesar de estar em vantagem por conhecer a Chapada a fundo, Horácio não contava com participação de um membro da família Sá (uma de suas rivais) que guiou o exército por locais estreitos, cujas mortes se davam homem a homem.
Mesmo com grande perda, Mattos vence mais uma batalha. Escreve uma carta ao governo informando sobre a morte do major de polícia, João da Mota Coelho que estava no comando das operações.
Os feitos das famílias Sá e Mattos em Lençóis podem ser resumidos como:  Sá “ergueu” a cidade e Mattos quis expandi-la para outras classes.
Em 1926 a Coluna Prestes segue para a Chapada Diamantina. Neste momento o governo federal precisa de Horácio de Mattos. Ele e seus jagunços, além do coronel Franklin de Albuquerque perseguem a Coluna do coração da Bahia até a fronteira com a Bolívia!
Foi a primeira vez em que os bravos homens da Chapada são convocados a servir o país lutando contra os revoltosos (Coluna Prestes) a favor de Dutra (Eurico Gaspar Dutra, que também foi ministro da Guerra do governo Getúlio Vargas).
Horácio é recebido como herói e vira prefeito de Lençóis. Constrói então as primeiras escolas da região, estradas, calçamentos, rede elétrica e, para facilitar a circulação de dinheiro na região, chega a emitir papéis coloridos que viraram moeda corrente local.
Movido por seu sonho de paz, Horácio faz uma peregrinação em todo sertão e desarma todos os coronéis da região a pedido do Governo Federal. Após o desarmamento é traído e preso.
Chovem pedidos de soltura na mesa de Getúlio Vargas. Horácio é solto em 13 de maio de 1931, mas não pode sair de Salvador.
Dois dias depois de liberto, leva três tiros pelas costas a mando de parentes do major de polícia João da Mota Coelho, que morrera cinco anos antes, durante o cerco a Lençóis.
De acordo com Walfrido Moraes, biógrafo de Horácio, o código dos Mattos era:
“Não humilhar ninguém, nem se deixar humilhar.
Não roubar nem permitir que quem roube fique impune.
Não provocar, mas se ofendido, reagir pela honra”.
Após a morte de Horácio e com a economia destruída e sem liderança política, a Chapada Diamantina entra em um período de estagnação e grande parte de seus moradores vão embora trabalhar na lavoura ou em outras minas e sertões.

Como chegar a Lençóis

De avião
Lençóis está a 412Km de Salvador de onde partem vôos para o Aeroporto Coronel Horácio de Matos, a 20Km de Lençóis. Tel: (75) 3625-8100/8825.
De ônibus
Várias empresas de várias regiões do país têm ônibus para Salvador e de lá para Lençóis quem opera é a viação Real Expresso ( http://www.realexpresso.com.br/ ).
De carro/moto/bike
Através da BR-116 segue-se até o entroncamento com a BR-242 (Bahia-Brasília) ou pega-se a BA-052 sentido Ipirá, seguindo pela BA-488 até Itaberaba, quando pega-se a BR-242 onde há uma entrada para Lençóis.

Onde ficar

– Hostels na Chapada Diamantina aqui (opções em Lençóis e Vale do Capão).
– Pousadas na Chapada Diamantina aqui (opções em Lençóis, Vale do Capão e Igatu).

Onde comer em Lençóis

Burritos y Taquitos Santa FéOferece delícias mexicanas e um ambiente bastante agradável. Um dos donos, Joseph Padilla, um chicano cuida de perto do local que abre de terça-feira a domingo até às 22h. Na temporada de maior movimento na cidade fica aberto até mais tarde.  Fica na Rua Cel. José Florêncio, 33 (onde também funciona a Pousada Parador de Santiago). Tel: (75) 3334-1083.
Bode Grill
Pratos regionais como bode assado, galinha cabidela, godó de banana e cortado de palma e pratos “menos exóticos” compõem PFs simples e com bom preço. Fica na Praça Horácio de Matos (atrás do prédio dos Correios). Tel: (75) 3334-1600.
Neco’s bar e restaurante É famoso pelas delícias caseiras e pelo Tucunaré (preparado somente entre setembro e maio). O local é pequeno e só trabalha por encomenda, portanto se quiser comer lá, reserve. Fica na Praça Maestro Clarindo Pacheco, 15. Tel: (75) 3334-1179.
Oxente Menina Certamente uma das melhores pizzas do Brasil. Fica na Avenida Senhor dos Passos, 20. Tel; (75) 3334-1475.
Cozinha aberta Fica na Avenida Rui Barbosa, 42 – Centro. Como o nome já diz, você pode apreciar o preparo dos variados pratos. No site www.cozinhaaberta.com.br dá pra ter uma ideia do conceito “Slow food” trabalhado no restaurante, além do ambiente.
Na Rua da Baderna, 3, há o Etnia, restaurante onde funcionava o Cozinha Aberta e dos mesmos donos. Vale experimentar os dois se estiver com o orçamento folgado.
Pavê e Comê – Para quem gosta de doces, as deliciosas e fartas sobremesas preparadas pela Dona Sônia são imperdíveis. Fica na Rua das Pedras, s/n. Tel: (75) 3334-1963.

Saiba mais

Interessante vídeo sobre o “último coronel do sertão”: http://www.youtube.com/watch?v=MUtFHdxe508&feature=player_embedded

Dicas, informações e experiências de outros viajantes que já foram ou estão por lá no Mochileiros.com, clicando aqui!

Para quem quer se aprofundar, inclusive tecnicamente, o “Um guia para a Chapada Diamantina”, de Roy Funch é bastante interessante. O livro está à venda em diversas lojas e agências na Chapada Diamantina.

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