Brasil

Rio de Janeiro: 10 programas mochileiros em Santa Teresa

* Atualizado em 19/01/2016.
Exceto pela abundante presença de veículos e por estar rodeado de comunidades (pacificadas) o bairro de Santa Teresa, na capital fluminense guarda lá seus ares de interior. É daquele tipo de lugar cuja sensação é a de que todos se conhecem embora não raro você cruze com brasileiros de todos os Estados e principalmente, viajantes de várias partes do mundo por ali só de passagem.

É sem dúvida um dos lugares do Rio para nenhum mochileiro botar defeito. Há muito chamado de boêmio, podemos dizer que é um “boêmio light”, haja vista que à 1h da madrugada quase a totalidade de seus bares já estão fechados. Se eles servirem de “esquenta” o viajante nada mais tem que, diz a lenda, pelo menos 25 saídas (algumas já experimentadas por nós) para diversos pontos da cidade, entre eles o aí sim, boêmio bairro da Lapa. De Santa Teresa para Lapa são cerca de 20 minutos a pé, caminhando na descida (Santa, como também é chamada pelos moradores, está numa colina).

Galera animada no Largo dos Guimarães em frente ao Bar Portella – Foto: Silnei L Andrade / Mochila Brasil

 

Destacamos aqui 10 programas mochileiros para fazer em Santa Teresa:

Tomar uma cerveja (sempre geladíssima) sentado na calçada em frente ao Bar do Mineiro.

Queridinho dos turistas, o bar é parada obrigatória dos mochileiros que visitam o bairro. Há anos indicado no Lonely Planet e aparecendo em diversas reportagens nacionais, o Mineiro está sempre lotado, sobretudo nas tardes de verão. É um dos lugares pra fazer coisas boas como jogar conversa fora, conhecer gente nova, paquerar e “beberiscar”. O Bar do Mineiro fica na Rua Pascoal Carlos Magno, 99. Fechado às segundas-feiras.

Dar uma pausa na Rua Áurea entre os bares do Gomez e da Fatinha

Seguramente o trecho é um dos mais animados do bairro e não raro os visitantes curtem um e outro bar quase que ao mesmo tempo. Sim, muitos pegam suas cervejas ou chopp (Gomez) e “vagueiam” pela rua hora pra interagir com mais pessoas, encontrar os amigos espalhados ou ouvir a música ao vivo que rola no bar da Fatinha todas às quartas e sextas a partir das 21h.

Animado até em noite de chuva – Foto: Silnei L Andrade / Mochila Brasil

O Bar do Gomez, oficialmente Armazém São Thiago existe desde 1919 e além do prédio, conserva objetos e decoração da época; mantendo os ares de um velho botequim carioca dos anos 20.

O local, onde funcionava uma mercearia cujo dono era um português foi adquirido pelo espanhol Jesus Pose Garcia (1887-1971), nascido na cidade de San Cristóbal de Corneira, próxima a Santiago de Compostela, Espanha. Daí o nome do armazém.

Em 1955, José Gomez Cantorna, o seu Gomez, deixa a Espanha e vem trabalhar com ao seu tio-avô proprietário do ainda então, secos e molhados. Em 1967 torna-se sócio do local e é na década de 70 com a expansão das redes de supermercados e consequente decadência das mercearias que o negócio começa a se diversificar e ser conhecido como bar. O nome de um dos imperdíveis bares de Santa vem do carisma de seu Gomez e é até hoje, ponto de referência do e no bairro. Ah e o negócio segue na família, sendo administrado pelo neto do fundador, Ricardo Pose Garcia.

A atmosfera, o chopp, a variedade de pessoas e o carisma dos funcionários fazem do Bar do Gomez um lugar especial, bom pra “sentir” um pouco o bairro. Experimente saber um pouco mais de Santa com o Canetinha, um dos simpáticos garçons do bar (logo você o identificará por suas várias canetas no bolso da camisa e o seu fálico abridor de garrafas – é os cariocas são mesmo irreverentes).

Mirante tem acesso gratuito é o principal cartão-postal do Rio de Janeiro – Foto: Silnei L Andrade / Mochila Brasil

Aproveitar as vistas

A cidade toda é cheia de pontos privilegiados com vistas estonteantes e Santa Teresa é um dos melhores.

Além da beleza cênica do próprio bairro, de suas ladeiras tortuosas, com seus casarões seculares e muito verde, dali é possível ver várias comunidades (o que é curioso pra muitos), entre elas a dos Prazeres (com vista a partir da altura do nº 3056 da rua Almirante Alexandrino) onde há um belo casarão construído no início do século XX que hoje abriga um centro de exposições e atividades educativas e comunitárias mantido pela prefeitura.

O casarão de onde também se tem bela vista, pertenceu a familiares do Duque de Caxias e já foi cenário de filmes como Macunaíma e Caçador de Fantasmas.

Seguindo ainda pela Rua Almirante Alexandrino (sentido Corcovado) há o mirante do Corpo de Bombeiros onde é possível ver parte da enseada de Botafogo.

Já na Rua Aprazível, que por si só já dá boas vistas, há o absolutamente mal cuidado, Mirante do Rato Molhado de onde é possível ver a Ponte Rio-Niterói (também vista de outras áreas de Santa Teresa), o Museu de Arte Moderna e o aeroporto Santos Dumont.

Ir ao Mirante Dona Marta e ao Corcovado

Ainda seguindo a rua Almirante Alexandrino, é possível visitar um dos mirantes que proporciona uma das mais belas vistas do Rio de Janeiro, o Mirante Dona Marta. Dele é possível ver toda a enseada de Botafogo (com direito ao Pão de Açúcar de fundo claro), a Baía de Guanabara, o Cristo, partes da Lagoa Rodrigo de Freitas, a Ponte Rio-Niterói, partes de Copacabana e de alguns bairros das zonas Norte e Sul.

Partindo do Largo dos Guimarães, um dos 3 largos mais conhecidos de Santa Teresa (os outros dois são o das Neves e do Curvelo) são cerca de 6,5Km até o Mirante. Se você não quer fazer todo o percurso a pé, pegue um ônibus em frente ao  Castelo Valentin (um dos mais bonitos prédios do bairro, datando de 1879) para percorrer 5Km destes 6,5km. Peça para descer no ponto final, onde fica uma das entradas do Parque Nacional da Tijuca. Deste ponto (para onde o ônibus não segue) vale a caminhada de 1,5Km até o mirante, pois as vistas também são muito bonitas.
A cerca de 2,8Km do Mirante Dona Marta (totalizando desde o Largo dos Guimarães, pouco mais de 9Km) está o Corcovado, morro onde está o Cristo Redentor (monumento ícone de Brasil, conhecido internacionalmente, uma das 7 ‘novas’ maravilhas do mundo). A área conhecida como Estação Paineiras, dá acesso ao monumento, tanto para quem vem do trenzinho (a partir do bairro Cosme Velho, na Rua Cosme Velho, 513) quanto via asfalto (de carro/bike/moto/ou a pé).

A pé ou de trem, o ingresso ao monumento é pago. Mais informações no http://parnatijuca.blogspot.com.br/ e no http://www.parquedatijuca.com.br/

O passeio de trem (ida e volta), já inclui a entrada ao monumento. Mais informações (incluindo preços) no http://www.tremdocorcovado.com.br/index_por.html

Dica: Se você está com a grana curta pode até deixar a subida ao Corcovado (onde está a estátua) pra uma próxima visita e ir ao Mirante Dona Marta, que é gratuito e oferece vistas igualmente belas e uma visão privilegiada do próprio monumento. Ali também há o heliporto, de onde partem e chegam os helicópteros que fazem sobrevoos de 6 a 60 minutos (dependendo da “rota” desejada).

Estrada das Paineiras – Parque Nacional da Tijuca – Foto: Silnei L Andrade / Mochila Brasil

Conhecer trechos do Parque Nacional da Tijuca

O Parque Nacional da Tijuca, é dividido em 4 setores:  A- Floresta da Tijuca; B- Serra da Carioca; C- Pedra Bonita/Pedra da Gávea e o D- Covanca/Pretos Forros. A região acessada facilmente via Santa Teresa é a da Serra da Carioca onde além do Mirante Dona Marta e do Corcovado estão o Hotel Paineiras (prédio inaugurado em 1884 que já abrigou figuras ilustres e a seleção brasileira nos anos 50 e 60, hoje desativado), a Mesa do Imperador (lugar utilizado pela nobreza para almoços campestres e que recebia visitas constantes de D. Pedro II quando de seus passeios à floresta), a Vista Chinesa (mirante cujo destaque fica para a Lagoa Rodrigo de Freitas e zona sul da capital fluminense) e o Parque Lage (onde está a Escola de Artes Visuais do Estado).

Pouquíssimo mais adiante do Cristo sentido o Bairro Alto da Boa Vista está a Estrada das Paineiras, trecho com cerca de 4,5Km de asfalto onde há bonitas vistas e algumas bicas d’água, onde alguns cariocas e visitantes se refrescam nos comuns dias quentes da cidade. A estrada é aberta das 6h às 21h, de segunda a sábado. Nos domingos e feriados é fechada aos veículos e se transforma em área de lazer para moradores e visitantes, quando é comum ver gente se exercitando, andando de skate, crianças com patins e famílias passeando de bicicleta.

Visitar o Largo das Neves numa noite de fim de semana

Talvez o ponto mais “ares de Rio antigo” seja o Largo das Neves. Uma praça rodeada de casarões de mais de 160 anos (três deles transformados em bares) e em frente à igreja de Nossa Senhora das Neves (1860) é a “casa” dos moradores nas noites quentes dos finais de semana. É nela onde a vizinhança (incluindo muitas crianças) se reúne para botar a conversa em dia, tomar uma cerveja geladinha ou comer uma pizza servida no pratinho de papelão, montada e assada na hora ali mesmo na praça (imperdível e, por incrível que pareça, dá de 10 em muita pizzaria da região).

Visitar o Parque das Ruínas/Museu Chácara do Céu/Largo do Curvelo

Mais um local privilegiado para quem gosta de fotografia em Santa Teresa. Do Parque das Ruínas se tem belas vistas, incluindo o centro da cidade, a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar. Aberto de terça a domingo das 10h às 18h, com entrada franca. Fica na Rua Murtinho Nobre, 169. Mais informações pelo telefone 21 2252-1039.

Além de belos jardins, de atividades culturais e da vista, ali está um casarão restaurado que pertenceu à maior mecenas das artes da cidade, a cuiabana Laurinda Santos Lobo (1878-1946). O casarão do início do século passado já recebia saraus promovidos pela proprietária na época. Hoje a casa ganhou ares modernos com a adaptação de estruturas de vidro e ferro, um dos projetos premiados do arquiteto Ernani Freire.

Já o Museu Chácara do Céu, praticamente emendado com o Parque das Ruínas também possui belos jardins (abertos diariamente das 9h às 17h) e vistas, além de um museu (aberto diariamente das 12h às 17h, exceto às terças-feiras) que abriga importantes obras de arte, sobretudo de artistas que estiveram no Brasil principalmente na primeira metade do século XIX (são quase 500 só do francês Debret, que fundou no Rio de Janeiro, uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperial de Belas Artes).

A casa do museu (bem como a casa do Museu do Açude, em outra área do Parque Nacional da Tijuca) foi uma das muitas residências do empresário, mecenas e colecionador de arte Raimundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968) que entre outros feitos foi um dos fundadores do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

O Museu Chácara do Céu fica na Rua Murtinho Nobre, 93. Mais informações no http://www.museuscastromaya.com.br/home.htm

Ambos os museus estão pertinho do Largo do Curvelo, um dos bucólicos pontos de Santa Teresa. Ali está uma pequena ‘estação’ do bondinho que voltou a funcionar há poucos meses (parcialmente – somente até o Largo dos Guimarães e até às 16h).

O tradicional “bonde de Santa Teresa” funcionou de 1872 até agosto de 2011, quando um grave acidente ocorreu. O bonde é talvez o maior símbolo do bairro, patrimônio tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e certamente um dos importantes atrativos turísticos da cidade do Rio de Janeiro.

Quando em funcionamento pleno o bonde ligava o centro da cidade, no Largo da Carioca (Rua Lélio Gama, ao lado do prédio da Petrobras) ao bairro de Santa Teresa, passando sobre os Arcos da Lapa, Largo das Neves, Largo dos Guimarães, Largo do Curvelo, Largo do França etc o que por si só já era um grande passeio. Hoje, como mencionado, vai somente até o Largo dos Guimarães.

No caminho por onde passava o bonde, belezas naturais e construídas pelo homem – Foto: Silnei L Andrade / Mochila Brasil

Visitar um dos ateliês instalados no bairro

As riquezas arquitetônicas e culturais de Santa Teresa sempre atraíram artistas para o bairro. São músicos, escultores, pintores e escritores que vivem e ou trabalham ali e uma visita a um dos ateliês é boa pedida para quem está passeando pelo local.

Além de adquirir um trabalho original nos próprios ateliês, Santa conta também com pelo menos duas lojas de artesanato. Não deixe de visitar à La Vereda, na rua Almirante Alexandrino pra levar algum bonito e autêntico objeto para casa ou pra presentear alguém.

Visitar o cartão postal, Escadaria Selarón

Mais pra Lapa que pra Santa Teresa a escada liga os dois bairros e está a 5 minutos de caminhada dos Arcos da Lapa.

A escadaria do Convento de Santa Teresa ficou conhecida como Escadaria Selarón devido ao trabalho do ceramista e pintor autodidata chileno, Jorge Selarón (1947-2013), que após visitar mais de 50 países decidiu viver no Brasil (mais precisamente no Rio, na Rua Manoel Carneiro, em Santa – onde está a escadaria, ao lado da Sala Cecília Meireles), e em 1994 decorou seus 215 degraus com os mais diversos azulejos de todos os tipos, tamanhos e partes do mundo.

Além do cartão postal e da “nova vida” à escadaria a Selarón sempre foi um “mosaico mutante”. Os azulejos eram trocados esporadicamente pelo artista até quando o mesmo faleceu, em 10 de janeiro de 2013. As peças eram recebidas pelo artista de seus fãs ao redor do mundo. É curioso ver a variedade de origens dos materiais empregados na obra.

Até o dia do falecimento do artista, os viajantes mais atentos poderiam cruzar com ele por ali mesmo, cuidando da obra ou saindo com sua inseparável bicicleta e suas roupas vermelhas, cor bastante presente também em suas obras.

Curtir o Carnaval

Parece covardia citar um bairro do Rio de Janeiro para curtir o Carnaval. Nesta época a cidade inteira é tomada por blocos carnavalescos pequenos ou gigantes, mas em Santa Teresa a folia é bastante peculiar.

Blocos com uma “pegada” moderninha como o Super Mário Bloco (em alusão ao personagem Mário Bros. – você vai ficar pelo menos um mês com a musiquinha do game em ritmo de marchinha na cabeça) ou o tradicional Carmelitas fazem a festa de milhares de moradores e visitantes pelas ruas do bairro.

E por ali, a folia segue até o fim e prova disso é que existe até um bloco chamado Me enterra na Quarta, que sai às ruas na Quarta-feira de Cinzas. (Não raro, no sábado seguinte tem festa também!).

Formando os blocos tradicionais de Santa Teresa, ao lado do Carmelitas está o Céu na Terra. O bairro conta ainda com os igualmente animados blocos Aconteceu, Badalo de Santa Teresa, Balança Teresa , A Pisada, Teresa Caiu no Frevo, Frevo de Santa Teresa, o Bloco de Conga etc.

Onde comer em Santa Teresa

Todos os bares citados têm bons petiscos e os bares Portella e Mineiro também servem refeições. Neste último, o destaque é a feijoada.

O Largo dos Guimarães conta com boa variedade culinária dadas suas dimensões (Santa é um bairro razoavelmente grande, mas pequeno no quesito serviços) com destaque para os pratos do Bar Portella (caldos e carnes), para culinária nordestina do Bar do Arnaudo e frutos do mar no Sobrenatural. Os dois últimos ficam na Rua Almirante Alexandrino e o Portella na Pascoal Carlos Magno (uma esquina bem fotogênica).

O melhor custo benefício, com comida caseira, farta, a preços justos é a Cantina do Gaúcho, que fica na Almirante Alexandrino, 3056. Além da comida boa, o restaurante simples oferece boas vistas para comunidades cariocas, entre elas a dos Prazeres.

Os loucos por pizza e com orçamento folgado (sim a pizza – de variados tamanhos e sabores – é cara) não devem sair de Santa sem experimentar alguma pizza da Pizzaria do Chico. A massa fina assada na pedra mineral fica crocante e os ingredientes de qualidade, bem como a receita original do norte da Itália fazem desta uma das melhores pizzas do Rio de Janeiro. Fica na Rua Santa Cristina, 21. Telefone: 21 2508-7180.

Onde ficar em Santa Teresa

Santa Teresa tem boa oferta de leitos para todos os gostos e bolsos. Muitas hospedagens estão instaladas em belos casarões em meio ao verde e com belas vistas.

– Hostels recomendados (os preços dos links podem estar desatualizados):

Terra Brasilis Hostel – http://alberguesdobrasil.com/terrabrasilishostel.shtml

Bellas Arts guesthouse – http://www.bellasartesguesthouse.com/

Cidade Maravilhosa Hostel (Santa Teresa/Glória) – http://cidademaravilhosahostel.com.br/

Bossa in Rio Hostel – http://www.bossainriohostel.com/

BananaZ Hostel – http://www.bananaz.com.br/

– Mais hostels:

Rio Hostel – Telefones (21) 3852-0827 e (21) 2221-1913.

Brasil Hostel – Telefones (21) 3970-3783 e (21) 3903-8836.

Villa Leonor Hostel & Pousada – Telefones (21) 2526-7175.

Best hostel Rio – Telefone (21) 2507-9136/7820.

Casa 579 – Telefone (21) 3235-6480.

Pousada & Hostel Santa Trem – Telefones (21) 3598-4320 e (21) 9818-3853.

Pousada recomendada:

Casa Áurea – http://www.superpousadas.com/casaaurea.shtml

– Mais pousadas:

Vila Casa Nova – Telefone (21) 3852-8939.

Canto da Carambola – Telefone (21) 2210-0289.

Guest house Casa Amarela – Telefone (21) 8228-5556 e (21) 9696-9151.

Casa (Bed and Breakfast) Carmem e Fernando Simões – Telefone (21) 2507-3084.

Como chegar em Santa Teresa

Santa é atendida por ônibus e mototaxis (partindo da Rua Riachuelo, no Bairro de Fátima) e taxis.

As linhas de ônibus 014, 006 e 007 que passam pelas principais avenidas do centro da cidade operam em Santa Teresa. (Aqui há informações sobre os percursos de linhas de ônibus na cidade).
No bairro da Glória, perto do Metrô (siga sentido Lapa, o ponto – sem identificação – fica na altura da Praça Paris, que está do lado oposto) há Kombis  (com pequenas placas brancas escrito em vermelho) que sobem Santa Teresa (R$ 3, por pessoa).

Infelizmente direto da zona sul (Botafogo, Copacabana, Ipanema etc) não há linhas de ônibus atendendo o bairro, mas de qualquer um deles é possível pegar o metrô e descer nas estações Glória ou Cinelândia e seguir a pé, de bike, Kombi ou de taxi para Santa Teresa.

De carro/moto os acessos mais fáceis são pelas ruas Monte Alegre (Bairro de Fátima), Cândido Mendes (Bairro da Glória) e Benjamin Constante/Santa Cristina (Bairro do Catete).

Dica: não estranhe se um taxista mal humorado torcer o nariz quando você informá-lo de seu destino: Santa Teresa. Como o bairro é cheio de ladeiras, ruas estreitas, paralelepípedos e trilhos do bonde (e algumas obras dele), alguns taxistas com “dó” de seus veículos de trabalho não gostam muito de “subir à Santa”.
Portanto entre no taxi, cumprimente gentilmente o motorista e somente ao fechar a porta (sem bater, please) diga: “Santa Teresa, por favor” – risos.

Se precisar chamar um taxi, o bairro tem uma cooperativa própria, a Santaxi (que carinhosamente chamamos “SemTaxi” – porque é raro haver carros disponíveis) e seguramente nenhum motorista irá reclamar das ladeiras/trilhos/paralelepípedos/comunidades do bairro. Telefone: (21) 2502-1111.

Santa Teresa faz divisa com bairros da região central da cidade, como Centro, Glória e Catete e da Zona Sul, como  Laranjeiras, Cosme Velho, Botafogo, Humaitá e Alto da Boa Vista e ainda dos bairros de Rio Comprido e Catumbi.

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