Notícias

Paraquedismo em Foz do Iguaçu

Quem vai à Foz do Iguaçu tem a oportunidade de desfrutar de uma das paisagens mais belas da Terra. Além das Cataratas, a cidade também abriga a Itaipu Binacional, uma das das sete maravilhas do mundo moderno. Agora a imponente barragem da usina poderá ser vista do alto (a 3.500m) num paraquedas.
Desde o último dia 10, a empresa Skydive Foz oferece saltos duplos e o curso de paraquedismo por lá.
O proprietário da Skydive Foz, Thiago Peretti, conta que já praticou paraquedismo em várias partes do mundo, mas nenhum lugar tem o cenário de Foz do Iguaçu.
“Depois de 20 anos de experiência, saltar diante da maior hidrelétrica do mundo é a realização de um sonho”.

Salto duplo

No salto duplo, o passageiro fica conectado ao instrutor especialista nesta atividade. O avião sobe até cerca de 3.500 metros e ambos saltam juntos: são cerca de 40 segundos de queda livre e oito minutos com o paraquedas aberto.
Para saltar é necessário estar em bom estado de saúde, ter mais de 18 anos de idade e pesar até 95 quilos (acima disso, depende da avaliação dos instrutores). Os saltos dependem das condições de tempo e podem ser eventualmente adiados. A empresa recomenda que o turista separe no mínimo três horas para o salto (preparação, orientação e salto).
O custo do salto duplo é de R$ 480 mais R$ 15 referentes a um seguro pessoal. O turista poderá comprar as fotos e os vídeos do salto, feitos tanto por uma câmera de mão quanto por outro instrutor que salta simultaneamente.

A Skydive Foz fica na Estância Hércules (Rua Ângela Aparecida Andrade, 97) e opera de segunda a sexta, das 9h até o final do dia. Sábados, domingos e feriados as atividades começam às 8h. São três aeronaves: duas 180 Cessna, que comportam quatro pessoas, e a Pilatus Porter PC-6, de fabricação suíça, para 10 pessoas. A empresa tem capacidade para realizar até 80 saltos duplos diários.
Para mais informações e agendamento de saltos ligue para 45 3027-5070 ou acesse o http://skydivefoz.com/ (e-mail contato@skydivefoz.com).

O salto

O avião demora 15 minutos para subir até os cerca de 3.500 metros do salto. É tempo para apreciar a paisagem enquanto carros, casas e prédios diminuem de tamanho. A aeronave sobrevoa a Barreira de Controle de Itaipu, as obras da Universidade Federal Latino-Americana (Unila) e se aproxima da barragem da usina. Enquanto o avião ganha altitude, os passageiros observam o mundo lá embaixo se tornando cada vez menor.

Os bairros próximos a Itaipu vão surgindo e a Ponte da Amizade já não parece assim tão distante. Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, no Paraguai, estão agora no mesmo panorama, divididas apenas por um rio. O avião sobe mais e uma mancha branca no meio de uma massa verde aparece mais ao fundo. É a explosão de águas das Cataratas, no Parque Nacional do Iguaçu.

Lá de cima, o cenário se completa: o Rio Iguaçu serpenteia até as quedas e, depois, até chegar ao Rio Paraná; o reservatório de Itaipu mostra seus braços esverdeados pela mata ciliar e a cidade toda fica pequena. Quando o avião atinge os 3.500 metros de altitude, o instrutor Paulo Roberto Pinto, o PG, um manauense de 50 anos, 35 deles dedicados ao paraquedismo, informa que é hora de saltar.

As pernas são as primeiras a saírem do avião. Agora, não é mais possível voltar atrás. O instrutor empurra ambos para fora da nave. São cerca de 40 segundos de queda livre, mas parece uma eternidade. Quando a velocidade se aproxima dos 200 km/h, algo “puxa” os dois para cima.

Com os paraquedas abertos, dá para apreciar a paisagem. Por oito minutos, homem vira pássaro e, à medida que os pés se aproximam do chão, usina hidrelétrica, prédios, casas e carros voltam a ganhar importância. Quando as pessoas já são distinguíveis à vista, é feito o pouso. Terra firme, enfim.

Quem resume a sensação do salto é PG, que já fez isso mais de nove mil vezes: “É impossível descrever tudo o que se sente, mas você é uma pessoa diferente depois de saltar”, explica. “Tem que experimentar para entender que não é como está na foto ou no vídeo. É muito melhor”.

Com informações da Assessoria de Imprensa.
Foto: Nilton Rolin/Itaipu Binacional.

Comentários do Facebook

comentários

Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

To Top

E aí, tudo bem? Bora logar!

ou

Entrar

Esqueceu a senha?

Ainda não tem uma conta? Cadastro

Fechar
de

Enviando Arquivo…